Blog do Patrimônio


INFERNO E CÉU

Para a semana que vai se encerrando, um poema de Nauro Machado, em edição bilíngüe.

Inferno e Céu

Sei que, no alto, uma lua renasce sempre em lua,
depois do sol. Porém, em mim, o dia se apaga
e desce à terra na órbita dos meus olhos.
Sinto: sei que não vou poder nascer de novo.


Holle und Himmel

Ich weiB, daB oben ein Mond stets als Mond wiedergeboren wird,
nach der Sonne. In mir jedoch erlischt der Tag
und sinkt zur Erde in der Planetenbahn meiner Augen.
Ich fühle: ich weiB, daB ich nicht wiedergeboren werden kann.



Escrito por Equipe Patrimônio às 14h19
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